Sofia = Nome de MARIA na Espiritualidade.
Ana e Eli = Pais de MARIA.
José-Bem-Jacob = Esposo de MARIA.
Sofia “Maria”
já se encontrava na ambiência espiritual de Nazaré com os
seareiros do bem. O trabalho de desativação das equipes de espíritos
das sombras estava sendo feito entensivamente. As idéias e sentimentos
de amor de perdão e de amizade misturavam-se no ar, como sendo a própria
atmosfera. Os guias espirituais da cidade de Nazaré regozijavam-se pelos
acontecimentos às vésperas do nascimento de Maria, de sorte a
estabelecer, naquela terra a Paz de Deus!
Falanges de Espíritos iluminados circulavam pela pequena aldeia, limpando
o ambiente onde iria nascer Maria.
Se o mal está organizado na Terra, como repetimos e ouvimos falar sempre,
é bom que creiamos que a força do Bem se transforma em Amor e
se propaga igualmente como o relâmpago, por toda a civilização
do Planeta, bem como nos corações dos homens, para que a luz se
acenda em todas as direções.
Então Gabriel, um dos Espíritos Iluminados que protegiam o quarto
onde em breve nasceria Maria, dobrou os joelhos no chão juntamente com
os demais companheiros e orou:
Deus de Bondade! Deus de Luz! Deus de Amor!... A natureza pela Vossa bondade,
abre os braços para todos nós, na ternura peculiar à sua
função divina, mesmo entre os homens. Como agradecer tudo o que
recebemos? Como sentir tudo o que nos cerca? Como aprender essa lição,
na sublimação da sua própria estrutura?
Quando mais se vive, mais se cresce para a vida; quanto mais se ama, mais o
amor floresce em nós e por nós. Não existe mente humana
ou espiritual que tenha a capacidade de tudo compreender. São segredos
escondidos em Vosso Coração, que pulsam na eternidade, para nos
dar vida e nos alimentar com o amor. Tudo se ajusta na pauta dos atributos da
natureza, alcançando o imensurável. Tudo se faz sem que as nossas
mãos trabalhem! Tudo vem de Vós! Somos eternos dependentes do
Vosso amor!
Nasce MARIA....e os Espíritos Iluminados ali de plantão cantam
um hino de louvor ao Senhor do Mundo, quando apareceu entre eles uma luz diferente
das demais, cujo brilho era de um encanto sem par, as cores indescritíveis
acompanhadas de um aroma que embriagava de felicidade. Ela deslizava entre as
paredes, como que beijando o ambiente, com uma suavidade que até o sábio
e o santo desconhecem. A Luz viva pairou sobre a criança recém-nascida,
tocou sua fronte com a maior ternura que se pode conhecer. Maria sorriu demoradamente
com a presença da Luz Divina, que era a Divina Presença.
(Do livro: Maria de Nazaré - de João Nunes Maia – Pelo espírito Miramez / colaboração Lívia Erdei Parrini)
Artigo
/ Revista Um Mundo Melhor nº 04 – Maio/Junho 2004