A cada início de ano, procuramos renovar planos, estipular metas de mudança,
fazer insistentes pedidos à Providência Divina para a realização
de nossos anseios mais profundos...
Sem dúvida, esta disposição íntima, é de
suma importância no sentido de motivar-nos frente aos eventuais desafios
que a vida nos reserva, nesta faixa de tempo. Tudo é muito bonito e maravilhoso.
A alegria de se transformar os futuros eventos em lembranças inesquecíveis,
estimula qualquer indivíduo que tenha por prioridade uma melhoria na
qualidade de vida. É claro que a ajuda do “alto” é
sempre bem vinda, e muito necessária, se nos encontramos fora das condições
satisfatórias de equilíbrio. Mas jamais devemos perder de vista,
que o nosso destino depende “essencialmente” das atitudes que venhamos
a desenvolver no curso de nossa experiência. Os bons ou maus efeitos sempre
dependerão de nosso “arbítrio”; afinal temos plena
liberdade na escolha dos valores a seguir... A Providência Divina certamente
nos colocará frente à desafios “não programados”,
e que no início não serão compreendidos; mas como todos
os que passaram, trarão sempre em seu “bojo” um ensino fundamental
para nossa condição espiritual. E sem perceber, estaremos “mais
crescidos” e “fortalecidos”... Para nos integrarmos em toda
esta “sabedoria magistral”, precisamos estar conscientes de nosso
papel, como elementos reformadores e “co-criadores” de nosso processo
evolucional. Por isso, longe de qualquer postura pretensiosa, podemos afirmar
que o auxilio superior será uma importante colaboração
em nossa parte. Ajude-nos a fazer do ano que se inicia um reflexo de nossa boa
vontade interior. Lembre-se: Um bom ano novo depende de nós...
Textos e contos – Revista Um Mundo Melhor nº 8 – Fev/Mar 2005